Showing posts with label relaxamento. Show all posts
Showing posts with label relaxamento. Show all posts

Friday, February 15, 2013

Tudo Que É Preciso São 10 Minutos Consciente

Quando foi a última vez que você ficou sem fazer nada por 10 minutos? Sem enviar mensagem de texto, conversar or mesmo pensar? O especialista em meditação, Andy Puddicombe, descreve o poder transformador de fazer apenas isso: Revigorar a sua mente com 10 minutos por dia, simplesmente estando consciente e experienciando o momento presente. Sem precisar de incenso ou sentar em posições estranhas.

Video: 



Transcrição:

" Nós vivemos em um mundo incrivelmente atarefado. O ritmo de vida é frenético, nossas mentes estão sempre ocupadas, e estamos sempre fazendo algo.

Por isso, gostaria que você parasse para pensar, quando foi a última vez que você não fez nada?  Somente 10 minutos, sem perturbação?  E, quando digo nada, eu digo nada mesmo. Sem emails, SMS, internet, sem tv, sem chat, sem comer, sem ler, nem mesmo sentar e ficar remoendo o passado ou planejando o futuro. Simplesmente não fazendo nada. Vejo muitos rostos pálidos. Imagino que vocês tenham que ir bem lá trás.

É algo extraordinário, certo? Estamos falando sobre nossa  mente. A mente, o nosso recurso mais valioso e precioso,  com a qual vivenciamos cada momento de nossas vidas, a mente que contamos para sermos felizes, contentes, estáveis emocionalmente como indivíduos, e ao mesmo tempo para sermos  gentis e atenciosos e termos consideração com os outros. Esta é a mesma mente que dependemos para sermos focados, criativos, espontâneos e fazermos o melhor em tudo que fazemos. Mesmo assim, nós não tiramos um tempo para cuidá-la. Na verdade, nós cuidamos mais dos nossos carros, das nossas roupas e do nosso cabelo do que nós mesmos - ok, talvez não do cabelo não conte, mas vocês sabem onde quero chegar. 

A consequência, é claro, que ficamos estressados. A mente zune como uma máquina de lavar rodando sem parar,  muitas complicações, emoções confusas, e não sabemos como lidar con isso, o pior é que nós ficamos tão distraídos que não estamos mais presentes no mundo em que vivemos. Nós deixamos de ver as coisas mais importantes para nós, e o mais engraçado é que todo mundo aceita que a vida é assim, e seguem em frente. Não é realmente assim que a vida deve ser.

Eu tinha uns 11 anos quando fui à minha primeira aula de meditação. E acredite, ela tinha todos os estereótipos que vocês imaginam, sentar no chão com as pernas cruzadas, o incenso, o chá de ervas, os vegetarianos, tudo. Minha mãe ia e fiquei curioso, então fui junto. Eu tinha visto alguns filmes de kung fu e, secretamente, eu imaginava que aprenderia a voar, mas eu era muito novo na época. Quando eu estava lá, assim como muitas pessoas, eu presumi que era apenas uma aspirina para a mente. Você está estressado, você faz meditação. Eu não imaginava que podia ser algo preventivo, até meus 20 anos, quando muitas coisas aconteceram na minha vida  em pouco tempo, coisas  sérias que viraram minha vida de pernas para o ar de repente e eu me via inundado de pensamentos, inundado de emoções  difíceis que eu não sabia lidar. Quando eu lidava com uma, outra surgia novamente. Foi um período muito estressante para mim.

Penso que cada um lida com o estresse de diferentes formas. Algumas pessoas se atolam no trabalho,  agradecendo pela distração. Outras procuram apoio nos amigos, na família. Outras caem na bebida ou tomam remédios. O meu modo de lidar com isso foi me tornar monge.  Então, larguei a faculdade e fui para o Himalaia, me tornei um monge e aprendi a meditar.

As pessoas me perguntam o que aprendi naquele tempo. Bem, é óbvio que as coisas mudaram. Vamos ser sinceros, tornar-se um monge celibatário muda muita coisa. Mas foi mas do que isso. Eu aprendi a ter um maior reconhecimento, um entendimento sobre o momento presente.  Não se perder em pensamentos, não estar distraído, não estar 
atormentado por emoções difíceis, mas aprender a estar no aqui e agora, como estar consciente, como estar presente.    

Eu acho que o momento presente é muito subestimado. Parece banal, mas passamos tão pouco tempo no momento presente que pode ser tudo, menos banal.  Uma pesquisa feita por Havard, recentemente, diz que em média nossas mentes estão distraídas em pensamentos em quase 47 por cento de tempo. Quarenta e sete por cento. Ao mesmo tempo, essa divagação da mente é também causa direta da infelicidade. Bem, não estamos aqui por muito tempo, mas desperdiçarmos metade da vida divagando em pensamentos e potencialmente infelizes, sei lá, parece trágico, especialmte quando há algo que podemos fazer a respeito, quando há algo positivo, prático atingível, uma técnica cientificamente comprovada que permite a nossa mente ser mais saudável, mais consciente e menos distraída. O mais lindo de tudo isso é que com apenas 10 minutos por dia, isso causa um impacto em toda nossa vida.

Mas temos que aprender como fazer. Precisamos exercitar. Precisamos de um sistema que nso ensine a sermos mais conscientes. Isso é basicamente o que a meditação é. Ela nos familiariza com o momento presente. Mas temos que aprender como conduzi-la ao caminho certo para aproveitarmos o melhor dela. É para isso que elas estão aqui, caso vocês se perguntem, porque muitas pessoas presumem que a meditação é apenas parar de pensar, livrar-se das emoções, de alguma forma controlar a mente, mas realmente ela é bem diferente disso. É mais sobre como dar um passo para trás, ver claramente o pensamento,  vê-lo vindo e indo, emoções vindo e indo, sem julgamento, mas com uma mente relaxada e focada.

Por exemplo, neste momento, se eu foco demais nas bolas, então não tem como eu relaxar e falar com vocês ao mesmo tempo. Se eu relaxo demais ao falar com vocês, não tem como eu focar nas bolas. Vou deixá-las cair. Assim na vida, como na meditação, há momentos em que o foco  se torna muito intenso e  a vida se torna um pouco assim. É um modo muito desconfortante de viver a vida, quando você fica tenso e estressado. Em outros momentos, se nos soltarmos demais, as coisas ficam um pouco assim.  E, é claro na meditação - nós acabamos dormindo. Por isso procuramos um equilíbrio, um relaxamento focado que permita nossos pensamentos ir e vir sem o envolvimento habitual.

O que acontece geralmente quando aprendemos a ser "mindful", é que nos distraimos com pensamentos. Vamos supor que isto é um pensamento ansioso. Tudo vai bem e então você vê o pensamento ansioso e pensa: "Ai, eu não tinha percebido que eu estava preocupado com isso."  Você repete. "Ai, eu estou preocupado. Ai, eu estou realmente preocupado.  Uau, é muita ansiedade." E antes que nós percebamos, estamos ansiosos por nos sentirmos ansiosos. Isto é uma loucura. Fazemos isso o tempo todo, todos os dias. Se você pensar na última vez que  você teve um dente solto, eu pessoalmente não lembro.  Você sabe que está solto, e sabe que dói. Mas, o que você faz a cada 20, 30 segundos? Dói. E reenforçamos a história, certo? Remoemos para nós mesmos e fazemos isso o tempo todo. É apenas aprendendo a observar a mente que podemos começar a nos livrar dessas histórias e padrões mentais. Mas, quando você sente e observa a mente desta maneira, você pode ver mutos padrões diferentes. Você pode ver uma mente que é muito inquieta o tempo todo. Não fiquei surpreso se você sentir o seu corpo um pouco agitado quando você sentar sem fazer nada e sentir sua mente assim. Você pode achar a mente lenta e entediante, quase mecãnica, parece qua você apenas acorda, vai ao trabalho, come, dorme, acorda, trabalha. Ou pode ser um pensamento incômodo que fica girando, girando e girando em sua mente. Bem, seja o que for, a meditação oferece a oportunidade de dar um passo para trás e ter uma perspectiva diferente,  para ver que as coisas nem sempre são o que parecem ser. Não podemos mudar cada coisinha qua acontece na nossa vida, mas podemos mudar o modo como a vivenciamos. Este é o potencial da meditção, do raciocínio.  Você não precisa queimar nenhum incenso, e você definitivamente não precisa sentar no chão. Tudo o que você precisa são 10 minutos por dia para dar um passo para trás, familiarizar-se  com o presente para experienciar uma sensação maior de foco, calma e clareza na sua vida. Muito obrigado." 

Créditos: Ted
              Headspace


Monday, December 17, 2012

Ginástica Cerebral

A ginástica cerebral é um método científico desenvolvido a partir de 160 pelo Dr Paul Dennison, Ph em educação pela Universidade da Califórnia. Em 40 anos de pesquisa, juntamente com toda uma equipe de especialistas, médicos, neurologistas, psicólogos  e professores, desenvolveu 32 exercícios que estimulam o cérebro. 

Ela integra os estudos da educação cinestésica (a ciência do movimento) com a pesquisa cerebral aplicada. O objetivo da técnica é ativar os dois lados do cérebro ao mesmo tempo: o direito ( criativo), o esquerdo (lógico), para aumentar a área de utilização, e assim melhorar a memória, aprendizado, concentração, criatividade, além de eliminar o stress. 

Os exercícios são muito simples e fáceis; qualquer pessoa de qualquer idade pode fazê-los, pois não apresentam  riscos nem contra indicações.

O instrutor da técnica no Brasil é o engenheiro químico, escritor, palestrante, Carlos Maurício Prado.


Créditos: Ginástica Cerebral 

Wednesday, October 24, 2012

Enigmas Do Cérebro : Meditação É Usada Em Tratamentos Médicos

Pesquisas comprovam que o cérebro de quem medita regularmente, diferente de quem não tem este hábito, é mais eficiente em algumas tarefas e mais preservado.

Video:



Monday, August 27, 2012

Qi Gong Ou Chi Kung

Qi Gong ou técnicas de Chi Kung estão relacionadas com a Medicina Tradicional Chinesa que envolve a mente, respiração e exercícios. 

O caractere chinês Chi significa ar (fluído que estimula respiração) e tem um significado semelhante ao Pneuma (em grego) da Grécia antiga ou Prana  (sânscrito) dos hindus; Kung significa trabalho ou técnica.

Qi Gong, portanto,  pode ser traduzido como "trabalho de respiração".

Video 1:



Video 2: 



Qi Gong

Monday, July 9, 2012

Tuesday, October 12, 2010

Sobre A Cura

Dean Ornish fala sobre formas simples de baixa tecnologia e baixo custo para tirar vantagem do desejo natural do corpo para se curar.

Dean Ornish, MD e o fundador e presidente da organização sem fins lucrativos Instituto de Pesquisa de Medicina Preventiva em Sausalito, Califórnia, e professor clínico de medicina da Universidade da Califórnia, em San Francisco. Ele é um dos principais especialistas na luta contra a doença - em especial a doença de coração com dieta  e exercícios.

Video: Este video foi filmado em fev/2004 


Obs: Clique em view subtitles para escolher legendas em português

Fonte: Ted
             Dean Ornish

Sunday, August 1, 2010

Bebês Mimados Tornam-se Adultos Menos Estressados

A afeição maternal transbordante dada aos bebês de alguns meses torna-os mais bem preparados para enfrentar os problemas da vida na idade adulta, segundo um estudo publicado na terca-feira (27) no "Jornal de Epidemiologia e Saude Comunitaria", uma revista americana.


Na pesquisa realizada durante vários anos com 482 pessoas no Estado americano de Rhode Island, os cientistas compararam dados sobre a relação dos bebês de 8 meses com sua mãe e seu desempenho emocional, medido por testes, aos 34 anos de idade.


Eles queriam verificar a noção segundo a qual os vínculos afetivos fortes a partir da primeira infância fornecem uma base sólida para se sair bem ante os problemas da vida.
Até então, os estudos sobre o assunto eram baseados em relatos de lembranças da infância, sem um acompanhamento.
























A qualidade da interação dos bebês com suas mães aos 8 meses foi avaliada por um psicólogo, que anotou as reações de afeto e atenção da mãe. A classificação - datando dos anos 60 - ia de "negativa" a "excessiva", passando por "calorosas".


Em cerca de um caso em dez, o psicólogo notou um baixo nível de afeto maternal em relação ao bebê. Em 85% dos casos, o nível de afeição era normal, e elevado em 6% dos casos.


Essas pessoas acompanhadas foram testadas, depois, aos 34 anos, sobre uma lista de sintomas reveladores de ansiedade e hostilidade e mal-estar em relação ao mundo.


Qualquer que fosse o meio social, ficou constatado que os que foram objeto de mais carinhos aos 8 meses tinham os níveis de ansiedade, hostilidade e mal-estar mais baixos. A diferença chegava a 7 pontos no item ansiedade em relação aos outros; de mais de 3 pontos para hostilidade e de 5 pontos para o mal-estar.


Curiosamente, não havia diferença entre os que receberam um nível de afeto baixo e o normal. Isso poderia ser explicado, principalmente, segundo os pesquisadores, pela falta de interações verdadeiramente negativas na mostra observada.


Segundo eles, isto confirma que as experiências, mesmo as mais precoces, podem influenciar na vida adulta. As memórias biológicas construidas cedo podem "produzir vulnerabilidades latentes", dia o estudo.

Fonte: Folha.com

Monday, May 17, 2010

As 4 Maneiras Em Que O Som Nos Afeta

Tocando efeitos sonoros tanto agradáveis quanto terríveis, Julian Treasure mostra como o som nos afeta em 4 maneiras significantes. Ouça cuidadosamente um fato chocante sobre escritórios de planta aberta.


Fonte:Ted

Monday, October 12, 2009

A Humanidade É Bipolar, Entrevista Com Wolfgang Sperling

Segundo o psiquiatra alemão Wolfgang Sperlinga humanidade é bipolar.Para ele a recessao e a pandemia são só sintomas de uma doença coletiva global.


O vírus da gripe suína surgiu num momento auspicioso – para o vírus, é claro. O agente causador da pandemia iniciou seu assalto a humanidade em abril, no México. Seis meses antes, a quebra do banco americano Lehman Brothers aprofundou a maior crise econômica em 80 anos. Se o mundo não estivesse em recessão, talvez o surto de gripe não tivesse virado pandemia, diz o psiquiatra alemão Wolfgang Sperling, na revista Medical Hypothesis. Sperling culpa os novos meios de comunicação. A rapidez com que a imprensa noticiou a falência do Lehman e o surto no México gerou ondas globais de pânico, só comparáveis a alegria gerada pelos primeiros sinais de retomada. Esse fenômeno faz a população oscilar entre a euforia e a depressão. “Se a humanidade fosse um paciente, ela seria bipolar.”


Wolfgang Sperling, de 45 anos, e psiquiatra e professor na Clínica Psiquiátrica e de Psicoterapia da Universidade de Erlangen-Nurnberg, em Erlangen, na Alemanha.


Sperling pesquisa os efeitos epidemiologicos do alcoolismo e dos distúrbios de comportamento, como a síndrome do pânico, a desordem bipolar e a esquizofrenia.

E autor e coautor de 70 artigos em mais de 20 publicações científicas como Alcohol and Alcoholism, Medical Hypothesis e Neuropsychobiology.

Como o senhor vê a reação global a quebra do banco Lehman Brothers, em setembro de 2008?

Wolfgang Sperling – O que houve foi um efeito dominó. A quebra do Lehman Brothers desencadeou uma reação em cadeia global de pânico nos mercados financeiros, levando a quebra de outros bancos, e assim por diante. Tudo se deu muito rápido. Em questão de minutos, a onda de pânico deu a volta ao mundo, atingindo praticamente todas as pessoas com conexão a internet. Quando se analisa aquela reação em cadeia global, percebe-se que as novas mídias tiveram papel crucial na crise. O Lehman Brothers foi apenas a primeira pedra. A culpa da crise e dos meios de comunicação.

O senhor diz que a pandemia é uma consequência da crise. Como assim?
Sperling – Eu enxergo a pandemia como um efeito indireto da crise global. O novo vírus influenza A(H1N1) surgiu no México, em abril. Apesar de não ser mais perigoso que o vírus da gripe comum, o H1N1 deu origem a uma pandemia. O que explica a eclosão da pandemia e a existência de uma conexão entre o surgimento do H1N1 e a crise mundial. Essa conexão são os meios de comunicação.


É uma hipótese muito ousada.
Sperling – Não, não é. Há precedentes. Esta não é a primeira vez que uma pandemia sucede a uma crise econômica. Quem se lembra da síndrome respiratória aguda grave (Sars, de suas iniciais em inglês), uma forma letal de resfriado que matou 800 pessoas na China e no Canadá, em 2003? A Sars foi a primeira pandemia do século XXI. Ela ocorreu após o estouro da bolha da internet, em 2000, e os ataques de 11 de setembro de 2001. Hoje, temos a gripe suína.

Mas qual e o papel dos meios de comunicação nessa história?
Sperling – Eu não conseguia entender como podiamos ter duas pandemias num espaço tão curto de tempo. A resposta veio quando analisei os aspectos econômicos e tecnológicos da questão. No mundo globalizado, as pessoas viajam de um continente para outro em menos de um dia. Elas estão conectadas 24 horas por dia. As condições estavam dadas para que os meios de comunicação pudessem incendiar o planeta com a notícia da quebra do Lehman. Fizeram o mesmo com o H1N1. Não importa o lugar, Alemanha, Brasil ou Fiji, todos sabem o que e a gripe suína. Há cem anos, ninguém saberia.


Ainda não está clara qual seria a conexão entre a crise e a pandemia.
Sperling – A primeira vez que uma crise mundial e uma pandemia ocorreram em sucessão não foi em 2009, com o H1N1, nem em 2003, com a Sars. Foi no fim da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o pior conflito que a humanidade viveu até então. A Grande Guerra foi o primeiro evento global, que conectou todo o planeta. Em 1918, após quatro anos de conflito e 10 milhões de mortos, as pessoas estavam cansadas, famintas, sem esperança. Os milhões de soldados nas trincheiras da Europa tinham vindo de todos os cantos do mundo e não queriam mais lutar. Não viam sentido no conflito. Foi quando eclodiu a Gripe Espanhola de 1918. Ela deu a volta ao mundo em seis semanas, mas a população só soube disso muito depois. A diferença entre 1918 e 2009 e que hoje, graças as telecomunicações, nossa sociedade é transparente. Sabemos o que ocorre do outro lado do mundo em tempo real. A crise bancária foi um produto dessa sociedade transparente.


O crash da Bolsa de Nova York, em 1929, não antecedeu a uma pandemia.
Sperling – É, mas o crash de 1929 talvez tenha sido mais localizado. Não foi uma crise global que contaminou todos os mercados financeiros, pois eles não eram interligados como hoje. Em tempos de globalização, se um banco alemão tem problemas de caixa, isso pode refletir imediatamente em bancos no Brasil. Não foi assim em 1929. Por isso, aquela crise não pode ser comparada a de hoje.

Mas recessões e guerras são eventos independentes de uma pandemia.
Sperling – o, não são. Graças às telecomunicações, todo o mundo sabe tudo o que acontece o tempo todo. Esse bombardeio de informações cria sentimentos de euforia e de depressão. Na medicina, um paciente que alterna estados de euforia e depressão sofre de síndrome bipolar. Emoções semelhantes estão por trás dos movimentos de alta e baixa do mercado acionário. Não é novidade. Em 1996, Alan Greenspan, o então presidente do Federal Reserve (o banco central americano), alertava para o risco do que chamou de “exuberância irracional dos mercados”. Era o periodo de euforia da bolha da internet. Quando ela estourou, em 2000, a euforia deu lugar a depressão. É o que vemos hoje. O incrível é que o sentimento de depressão que se alastrou pelo mundo há um ano já esta sumindo. As Bolsas voltaram a subir – sem razão aparente alguma. É o mesmo processo. Ninguém pode detê-lo. O mesmo se da com a pandemia. Não se pode contê-la. Essa é a conexão entre dois eventos muito diferentes, um na esfera econômica, o outro na esfera da saúde. A humanidade sofre de síndrome bipolar global.

"A humanidade começa a manifestar claramente momentos

Síndrome bipolar global (SBG)?!?
Sperling – A síndrome bipolar e a alternância brusca entre dois sentimentos muito diferentes que causam ansiedade. De um lado, temos as emoções ligadas ao estado de depressão. De outro, aquelas ligadas ao estado de euforia, o que chamamos de manias. Para mim, a humanidade começa a manifestar claramente momentos de alternância emocional entre a euforia e a depressão.


A humanidade está doente?
Sperling – A psicose bipolar é uma forma de doença psiquiátrica. Se olharmos os acontecimentos dos últimos anos, veremos que a SBG e o fator definidor de tudo o que vem acontecendo no mundo – não só na órbita da economia. Esse fenomeno faz parte das transformações causadas na sociedade pelo advento dos novos meios de comunicação.


Quais são os sintomas da SBG?
Sperling – Os principais sintomas são uma ansiedade incontrolável e a dificuldade de reagir de modo adequado aos problemas. No limite, os sintomas se assemelham aos de um paciente com síndrome do pânico. Quem sofre de panico escolhe fugir dos problemas, deixar tudo para trás. Jamais enfrenta a situação que causa o pânico para buscar uma solução. Na SBG acontece o mesmo. Quando um banco quebra, todos saem correndo.

Então, a SBG seria a conexao entre a crise global e a pandemia?
Sperling – Sim, mas de forma indireta. O sentimento global de depressão age como um facilitador para o advento da pandemia. Há uma relação clara entre os humores da economia e a saúde pública. Vivemos numa sociedade de consumo, materialista. Todos sabemos como a falta de dinheiro pode fazer mal a saúde. Ela atrapalha nossos relacionamentos, causa tensão, ansiedade e insônia. Esta provado que o aumento dos níveis de estresse está relacionado a uma redução na capacidade de defesa do sistema imune. Logo, é razoável supor que uma crise economica mundial afete o sistema imune de centenas de milhões de pessoas. E é quando a humanidade está com a saúde fragilizada que eclodem as pandemias.


Há cura para a SBG?
Sperling – Precisamos criar alguma forma de terapia global. Por analogia, há vários meios para tratar um paciente com pânico. Usam-se remédios com a função de acalmá-lo. Não por acaso, acalmar os mercados e a prescrição usada pelas autoridades para deter o efeito manada nos momentos de pânico. O mesmo se aplica aos meios de comunicação. Acalmar a mídia significa dizer: “Nao reajam tão rapido, alardeando o mundo de que há uma nova crise. Esperem!”.

Isso é censura.
Sperling – Se quisermos interromper esse comportamento irracional coletivo, será preciso agir com despotismo. Esse e o problema que devemos enfrentar.

Fonte: Revista Epoca

Sunday, July 12, 2009

Uma Imagem Super Hipnótica

A imagem não está se movendo .... mas você pode ter dificuldades em convencer os seus olhos deste fato.



Fonte: Mercola.com

Sunday, June 7, 2009

Técnica Ajuda No Tratamento De Apneia


Uma técnica desenvolvida no Brasil ajuda no tratamento de pessoas que sofrem com apneia e garante um sono tranquilo.


Video:





Fonte: Agência Brasil

Monday, May 18, 2009

O Stress No Trânsito E As Doenças Coronarianas


O estresse no trânsito é um fator de risco adicional para as doenças coronarianas, assim como a hipertensão, o sedentarismo e o tabagismo. 

Durante um momento nervoso em um congestionamento, o motorista pode ter, por exemplo, pressão arterial e frequência cardíaca elevadas.


As informações são de Antonio Sergio Tebexreni, cardiologista e médico da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). "Cada um reage de uma maneira as agruras no trânsito do dia a dia nas grandes cidades. Fato e que aquele indivíduo que sabidamente tem uma obstrução na artéria coronaria procura se controlar mais e faz uso de medicamentos preventivos", diz.


O doutor alerta que o perigo em se exaltar no trânsito é maior para pessoas que desconhecem que sofrem de algum problema no coração, como a doença aterosclerótica coronaria, uma placa de gordura na artéria que causa obstrução coronaria.


"Tem placas de gorduras nas artérias que não dão sinal por não serem placas que causam um obstrução significativa, a ponto do indivíduo sentir dor no peito quando fica nervoso ou qualquer outra manifestação", explica.


O especialista recomenda que as pessoas saudáveis façam exames regularmente, como testes de esforço, para identificar se realmente não tem nenhuma doença e, se tiverem, que possa controlá-la.


"As pessoas devem ficar atentas aos sintomas, como desconforto ou dor no meio do peito associados ao esforço ou ao estresse. O ideal e também evitar o fator que esta estressando", aconselha.

Fonte : Folha Online

Tuesday, April 28, 2009

Ginástica Chinesa Lian Gong

A ginástica Lian Gong em 18 terapias foi desenvolvida na China Pelo Dr Zhuang Yuan Ming, médico ortopedista da Tradicional Medicina Chinesa (TMC), na década de 60.


Dr. Zhuang atendia com mais 25 médicos em um hospital de Shangai e notou que a partir da década de 60, aumentaram o número de casos de dores musculares e articulares de seus pacientes, em sua maioria trabalhadores de fábricas e escritórios da região. Tal fato se relacionava com a mudança da economia chinesa de rural para industrial e com os decorrentes desdobramentos para o corpo humano dos indivíduos envolvidos nesta transição.


Baseado no Tui Na e na tradição dos trabalhos corporais chineses, o Dr. Zhuang sintetizou, em um primeiro momento, um conjunto de 18 exercicios que atuassem no corpo humano, da coluna cervical aos dedos dos pés.


Posteriormente foram elaboradas mais duas sequências de 18 movimentos cada, ampliando assim as possibilidades terapêuticas desta prática, com exercícios para as articulações e tendões e para o fortalecimento do coração e pulmões.

Video: Primeira série de exercícios ( de 1 a 6 )



Fonte: Janenovaversao youTube Channel


Sociedade Paulista de Lian Gong


Liangong.org

No Brasil, 38 municipios oferecem atividades orientais gratuitamente

Wednesday, November 26, 2008

Chefes Ruins Podem Prejudicar A Saúde Dos Funcionários



Chefes arbitrários e insensíveis não apenas elevam o estresse no ambiente de trabalho, mas podem tambem aumentar o risco de doenças cardíacas em seus funcionários, sugere a pesquisa sueca.


Uma equipe do Instituto Karolinska e da Universidade de Estocolmo encontrou uma forte ligação entre mau gerenciamento e risco de distúrbios cardíacos graves e até ataques do coração nos empregados.


Os pesquisadores monitoraram a saúde de mais de 3 mil funcionários do sexo masculino, com idades entre 19 e 70 anos, na região de Estocolmo, por um periodo de quase dez anos.

Foram registrados 74 casos fatais e não fatais de ataques cardíacos ou angina instável (dor ou desconforto no peito ou areas adjacentes causados por fluxo inadequado de sangue no coração).


Foi pedido aos participantes do estudo que avaliassem o estilo de liderança de seus gerentes em áreas como a clareza no estabelecimento de objetivos para seu pessoal e a habilidade de comunicar e dar um retorno ao funcionário da avaliação do desempenho pessoal.


Quanto mais competentes os funcionários consideravam seus gerentes, mais baixo seu risco de sofrer problemas cardíacos graves.


Os funcionários que consideravam seus chefes menos competentes apresentaram um risco 25% maior de problema cardíaco grave.

Longa duração

A pesquisa revelou ainda que quanto mais tempo um funcionário trabalhava em uma empresa sob um mau gerente, maior a ameaça à saúde. Os que trabalhavam por quatro anos ou mais nessas condições apresentaram um risco 64% maior de desenvolver doenças cardíacas.


Os especialistas acreditam que ao se sentirem pouco valorizados e sem apoio no trabalho, os funcionários sofrem de estresse que, com frequência alimenta comportamentos insalubres como a adoção do hábito de fumar que pode causar males cardíacos.


Os pesquisadores sugerem que as empresas devem tomar medidas para melhorar o desempenho dos gerentes levando em conta a avaliação que fazem dele os seus subordinados, para afastar a possibilidade de graves distúrbios cardíacos em seus funcionários.


O estudo foi divulgado no site Occupational and Environmental Medicine.

Fonte : BBC Brasil Ciência e Saúde

Monday, October 20, 2008

Wednesday, October 1, 2008

Massagem Ayurvédica

E uma técnica que alia movimentações rigorosas em toda a massa muscular junto com manobras de tração e alongamento, além da estimulação de pontos e órgãos vitais, visando o equilíbrio físico, mental, psíquico, energético e espititual.


Video :



Para assistir o mesmo video porém com mais explicações clique aqui