Monday, January 26, 2009

Quais São Os 12 Tipos De Alimentos Não Orgânicos Que Você Pode Consumir ?


O "Grupo Trabalho Ambiental" , uma organização sem fins lucrativos que defende as políticas que protejam a saúde individual e global, elaborou para consumidores o "Guia de pesticidas em produtos agricolas" . Este guia esta embasado nos resultados de cerca de 43.000 testes com pesticidas.

Frutas e legumes orgânicos são, por definição, cultivados sem o uso de pesticidas. Mas para alguns as despesas com alimentos orgânicos não cabe no orçamento .


Das 43 diferentes categorias de frutas e vegetais no Guia de Pesticidas, os doze alimentos listados a seguir possuem níveis baixos de pesticida quando cultivados convencionalmente. Consequentemente, eles são os produtos " mais seguros para o consumo" :


Brócolis
Berinjela
Repolho
Banana
Kiwi
Aspargo
Ervilha (congeladas)
Manga
Abacaxi
Milho (congelado)
Abacate
Cebola


O que comprar orgânico?


A parte o fato de que alimentos orgânicos contêm níveis mais elevados de nutrientes vitais, eles possuem em baixa quantidade os outros resíduos e compostos que sao gravemente prejudiciais a sua saúde , tais como herbicidas e pesticidas.


Além disso, a prática do uso de pesticidas e herbicidas na agricultura convencional contamina as águas subterrâneas, arruina a estrutura do solo e promove a erosão. Eles também tem sido relacionados ao misterioso " colapso da colonia pela desordem " que ameaça as abelhas polinizadoras de todo o mundo. Com isso em mente, comprar ou cultivar, tanto quanto possível, alimentos orgânicos , não só é melhor para sua saúde, mas para a saúde de todo o planeta.

Certas frutas e vegetais sao submetidos ao uso de pesticidas mais pesados do que outros. E com o aumento dos preços dos produtos alimentares, muitas pessoas estão procurando maneiras de comprar os alimentos mais saudáveis pelo menor custo. Uma forma seria a de comprar determinados itens orgânicos, e outros não.


Das 43 diferentes categorias de frutas e vegetais testados, os 12 seguintes tem índices mais altos de pesticida. Destacando-se assim a importância de comprar estes produtos cultivados organicamente.

* Pessegos
* Maças
* Pimentão
* Aipos
* Nectarinas
* Morangos
* Cerejas
* Alface
* Peras
* Espinafres
* Batatas

Em particular, nos morangos cultivados convencionalmente , foram achados em um estudo prévio feito em 2007 , índices altos de tóxicos devido a uma mistura venenosa de pesticidas .

Fonte:

Dr. Mercola

Environmental Working Group

Dr. Weil

Monday, January 12, 2009

Projeto Estufa - GreenHouse Project

Na cidade de Joanesburgo, o ProjetoEstufa está transformando um parque urbano em canteiros propícios para comunidades sustentáveis. O programa tem uma abordagem holística para os desafios da cidade, integrando construção e designing ecológicos, energias renováveis e eficientes , reciclagem, agricultura biológica e alimentação.

Dorah Lebelo é a Diretora Executiva do ProjetoEstufa- uma NGO ambiental que está criando um centro para demonstrar a vida e o desenvolvimento sustentável na esquina noroeste do Joubert Park, em Joanesburgo. Ela tem trabalhado em várias organizações, lutando pela justica ambiental para seu povo.


Video:


Para assistir o video com legendas em português clique aqui




Fonte: GlobalOnenessProject

Monday, December 22, 2008

Ano Novo !

Dando as boas-vindas ao ano novo, selecionei algumas imagens dos parques aqui de Curitiba pra compartilhar com vocês. Alegrias e realizações para todos nós em 2009.



Créditos: Mosen Vimeo

Monday, December 15, 2008

Comer Pouco Prolonga A Vida Em Mamíferos

Comer pouco é a maneira mais eficaz de ter uma vida mais longa, segundo um estudo de cientistas japoneses publicado pela revista "Nature"


Os cientistas estudaram o efeito da enzima RHEB-1 no prolongamento da vida e como este componente se altera em função da ingestão calorica de cada indivíduo. 


A pesquisa foi feita com uma espécie de vermes da terra, mas a equipe da Universidade de Kyoto afirma que a teoria e aplicável também aos mamíferos.


Segundo o estudo, "a restrição alimentícia é a intervenção mais eficaz e mais reproduzível para estender a expectativa de vida em espécies completamente diferentes".



Os cientistas da Universidade de Kyoto utilizaram vermes da espécie Caenorhabditis elegans na pesquisa e conseguiram comprovar que aqueles que deixavam de comer durante dois dias prolongaram a vida em torno de 50%.


Além disso, os vermes que jejuavam a cada dois dias eram mais resistentes aos processos de "estresse oxidativo", e mostraram menos sintomas de declive físico relacionado ao envelhecimento do que animais que puderam comer o quanto quisessem.

Monday, December 8, 2008

A Vida Conectada

Filme falando sobre os hábitos de consumo da humanidade nos dias atuais e seus impactos ambientais, destacando a questão do consumo alimentar de carne animal e como isso afeta negativamente o nosso planeta.

Mostra também novos hábitos que podemos e devemos adquirir para tentar frear a destuição.

Video: Parte 1




Video: Parte 2



Fonte: TheCognoscereNew YouTube Channel

Monday, December 1, 2008

Tempo De Vida de Crianças Com AIDS Aumenta, Mas Preconceito Continua

O estudo 'Ampliação da Sobrevivência de Crianças com Aids: Uma Resposta Brasileira Sustentável', realizado pelo Ministério da Saúde, mostra que as chances de sobrevivência de crianças menores de 13 anos que vivem com a doença aumentaram desde o início da epidemia, nos anos 80.

Entre 1980 e 2007, as chances de a criança sobreviver durante 60 meses após o diagnóstico subiram cerca de 3,5 vezes. Em 1988, antes da introdução da Terapia Anti-Retroviral de Alta Potência (Tarv), uma criança com aids tinha cerca de 25% de chance de estar viva apos 60 meses.

As que foram diagnosticadas no período de 1999 a 2002, após o uso da Tarv, tinham cerca de 86%. O estudo acompanhou crianças dos 26 estados e do Distrito Federal.

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2006 foram identificados 561 casos de aids em menores de 5 anos. Em criancas nessa faixa etaria caiu de 5,5 por 100 mil habitantes em 1986 para 3,1 por 100 mil habitantes em 2006.

A médica infectologista responsável pela área de Aids Pediatrica do Hospital Santa Casa de São Paulo, Flavia Almeida, diz que o aumento da sobrevida da criança e o resultado da assistência exemplar oferecida pelo Brasil, com acesso aos melhores e mais modernos medicamentos.

Hoje, temos poucas crianças pequenas se tratando com aids, a grande maioria tem acima de 10 anos, os bebês com aids cresceram e a transmissão pela mãe reduziu - explica.
Flavia afirma que 50% das 100 criancas atendidas no Hospital de Santa Casa são órfãs e que a grande dificuldade e manter a adesão ao programa, já que as crianças dependem de alguém para tomar o medicamento de forma periódica e muitas crianças não toleram seu gosto.

Outro problema destacado é o preconceito.


Muitos ainda acham que aids é doença de homossexual e usuário de drogas - destaca a médica.

Algumas instituições no Brasil, trabalham com crianças vítimas da doença. É o caso da organização não governamental Vida Positiva, que atende crianças de origem pobre, entre 3 e 15 anos, encaminhadas pela Vara da Infância de Brasília.

Segundo Vicky Tavares, quando as crianças chegaram na entidade estavam muito doentes, mas com o uso adequado do coquetel, aliado a boa alimentação e aos cuidados necessários, a carga viral foi zerada, ou seja, não tem qualquer doença e podem ter vida normal.

Temos esta ótima notícia do aumento da sobrevida das crianças, mas a gente tem que comecar a correr atrás da sobrevida com dignidade, pois as pessoas ainda tem muito preconceito, que causam danos irreparáveis. Todas as crianças estudam, mas sofrem discriminação dos próprios professores ou dos pais que impedem que seus filhos se relacionem com as nossas crianças - lamenta Vicky.


Fonte : JB Online

Thursday, November 27, 2008

Neurocientista Teve Derrame E Ajudou Seu Cérebro Na Recuperação



Em 9 de dezembro de 1996, a neuroanatomista norte-americana Jill Bolte Taylor tinha 37 anos e foi para a cama com uma preocupação: como abastecer o banco de cérebros da Universidade Harvard, onde trabalhava, com órgãos recém retirados de vítimas de doenças mentais. 

Na manhã seguinte, seu mundo racional começou a se desintegrar.


Um coágulo no hemisfério esquerdo (ligado a razão) do seu cérebro provocou um derrame. Assim, ela teve de contar apenas com o hemisfério direito (associado ao pensamento simbólico e a criatividade) em um processo de recuperação que partiu da estaca zero. Quando a mãe da cientista — uma ex-professora de matemática — tentou ensinar o que era 1 + 1, ouviu como resposta: “O que é 1?”.


Passados 12 anos, uma cirurgia arriscadíssima e muita terapia, Jill voltou a dar aulas — na Faculdade de Medicina da Universidade de Indiana — e diz que já recuperou todos os seus arquivos de memória. Essa experiência rendeu o recém lançado livro “A Cientista que Curou Seu Próprio Cérebro” (Ediouro) e a escolha pela revista “Time” como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2008. Leia a conversa da doutora com a revista Galileu.


Pergunta - Passados 12 anos desde o derrame, você acredita que já tenha reaberto todos os seus arquivos mentais? Ou, por exemplo, quando você encontra velhos amigos, eles sempre lembram de coisas que você, em tese, deveria ter na memória sem a ajuda deles?


Jill Taylor - Passei oito anos em recuperação. Sempre fui muito intuitiva e não me apegava a toneladas de detalhes. Assim, há muitas coisas que eu não codifiquei ou tentei me lembrar. Exemplo disso e o meu bolo de aniversário quando eu completei dez anos. Hoje eu sei como ele era — porque alguém me disse —, mas, antes do derrame, eu não seria capaz de descrevê-lo. Tenho a consciência de que sei coisas sobre o meu passado que ninguém me contou depois do derrame. Assim, acredito que eu tenho a maioria das minhas memórias de volta.


Pergunta - Mesmo sem experiência médica, sua mãe foi muito eficiente em te ajudar. Foi instinto? Experiência em ensinar?



Taylor - Acho que a experiência e os dons naturais dela, tanto como mãe como boa professora, a prepararam para enfrentar essa situação. Ela prestava muita atenção as minhas necessidades e me ajudava a encontrar minhas próprias soluções para os problemas. Nós falavamos muito sobre o cérebro, assim ela sabia de todos os meus temores. E nós duas concordavamos que nada nem ninguém sabia mais sobre o tratamento mais conveniente do que o meu próprio cérebro. Assim, se ficava cansado, deixavamos que ele dormisse.


Pergunta - A sua experiência pessoal mudou o modo como você ve e sente os papéis desempenhados pelos dois hemisférios do cérebro?



Taylor - Completamente. Antes do derrame, eu tinha uma visão geral do papel de cada hemisfério, mas eu não tinha a menor idéia de como dizer qual parte do meu cérebro estava contribuindo com qual informação para formar a minha percepção da realidade.


Pergunta - O que voc mudaria na maneira como os derrames são tratados?



Taylor - Eu deixaria as pessoas dormirem quando se sentissem cansadas e iria tratá-las com compaixão quando estivessem acordadas. Assumiria que o cérebro é capaz de se recuperar e o trataria com respeito. Em vez de me referir aos pacientes como “vítimas”, passaria a chamá-los de “sobreviventes”! Falaria que as pessoas “tiveram” um derrame em vez de “sofreram”.


Pergunta - No livro, você escreveu que tem uma paixão por dissecar corpos. Quando essa paixão começou?



Taylor - Quando eu era uma garotinha de cerca de 8 anos, minha mãe me levou ao Museu de Ci~encia de Chicago. Havia uma exposição com pequenos fetos e embriões dentro de vidros. As idades variavam de poucas semanas até nove meses. Eu fiquei absolutamente fascinada pela exposição, e esse foi o real começo do meu interesse em dissecação.


Pergunta - Depois de reconstituir seu hemisfério esquerdo, em que você se assemelha e difere da Jill pré derrame?



Taylor - Eu continuo tão esperta quanto antes, além de ter as mesmas capacidades cognitivas e intelectuais. Mas agora eu decidi gastar meu tempo fazendo coisas que vão ajudar outras pessoas, em vez de focar toda a minha energia na carreira. Estou mais interessada em ajudar a humanidade, e antes meu principal objetivo era escalar os degraus do mundo acadêmico.


Pergunta - O fato de ter utilizado com mais frequência o seu hemisfério direito alterou o seu pensamento? Você se lembra de como ele era antes do derrame?



Taylor - Agora ele está excepcional porque eu dediquei um tempo trabalhando essa parte do meu cérebro. Imediatamente depois do derrame, a sensação de que eu estava criativa era ainda mais clara e excitante. E essa sensação acabou se traduzindo na minha arte com vitrais.


Pergunta - Por falar em arte, além de confeccionar vitrais, você toca violão. Foi especialmente complicado recuperar esses seus talentos?



Taylor - Foi bem mais fácil que os cálculos matemáticos, mesmo aqueles mais elementares. Isso porque os talentos artísticos estão associados ao hemisfério direito do cérebro. Com a ausência temporaria do meu hemisfério esquerdo, esses talentos ate melhoraram.


Pergunta - Se a Jill do passado escrevesse um livro sobre uma experi~encia pessoal, seria muito diferente desse?



Taylor - Acho que seria um livro sobre algo bem aventureiro, como saltar de um avião. Outra ideia seria uma obra didática sobre o cérebro.


Fonte : G1 Ciência & Saúde

Revista Galileu

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