Tuesday, April 22, 2008

Britânico Se Hipnotiza E É Operado Sem Anestesia


Um terapeuta britânico usou hipnose em si mesmo para se submeter a uma cirurgia na sua mão direita sem anestesia.
O terapeuta Alex Lenkei, de 61 anos, disse que estava perfeitamente consciente de tudo a sua volta durante a operação, mas que não sentiu dor alguma.

Durante a cirurgia de 83 minutos, médicos removeram partes do osso da base do dedo polegar do terapeuta, que sofre de artrite.
A cirurgia foi realizada na última sexta-feira no hospital da cidade de Worthing, no sudeste da Inglaterra.


'Martelos e serras'

"Levou entre 30 segundos a um minuto para que eu me colocasse sob hipnose, e deste ponto em diante me senti muito relaxado", disse Lenkei, que pratica hipnose desde os 16 anos.

"Eu estava consciente de tudo a minha volta, das pessoas falando ate o uso de martelos e serras, mas eu não senti dor alguma."

Durante a cirurgia, um anestesista ficou de plantao, caso houvesse necessidade.

O cirurgião David Llewellyn-Clark, que fez a operação, disse que concordou sem problemas com o procedimento de Lenkei.

"Algumas pessoas ficam muito ansiosas por terem de receber anestesia, portanto estou sempre procurando alternativas. Eu tinha confiança que o senhor Lenkei era um hábil hipnoterapeuta, e estou feliz que tudo deu certo", disse.


Fonte : BBCSaúde

Tuesday, April 15, 2008

Busca Por Suicídio Gera Mais Sites Pró Do Que Contra

As pessoas que procuram informações sobre métodos de suicídio na internet tem maior probabilidade de encontrar sites encorajando a prática do que oferecendo apoio ao usuário para evitar que o ato seja cometido, de acordo com estudo publicado no British Medical Journal.

Os pesquisadores usaram quatro sites de busca - Google, Yahoo, MSN e Ask - para procurar assuntos ligados ao suicídio e descobriram que as três paginas que apareciam com maior frequência eram favoráveis a por fim a própria vida, levando os pesquisadores a pedirem a priorização de sites contrários a prática.


Os pesquisadores das universidades britânicas de Bristol, Oxford e Manchester buscaram 12 termos simples ligados ao suicídio nos sites de busca. Eles analisaram os primeiros dez sites em cada um deles, num total de 480 hits.


No total, foram identificados 240 sites diferentes e, segundo os pesquisadores, so 13% se concentravam na prevenção do suicidio ou buscavam oferecer algum apoio, enquanto 12% desencorajavam ativamente a prática.


Estudos anteriores demonstraram que a forma como a mídia noticia e a forma como a televisão retrata suicídio influenciam tal comportamento, especialmente em relação ao método a ser usado. Mas pouco se sabia sobre seu impacto na internet.

Thursday, April 10, 2008

Cientistas Transformam Células De Pacientes Em Células Tronco



A pesquisa realizada pela Harvard Medical School, dos Estados Unidos, indica que os cientistas estão agora mais próximos de usar células tronco dos próprios pacientes para tratá-los.

As células foram criadas a partir de tecidos de pacientes com males como Doença de Huntington e distrofia muscular.

As chamadas células tronco pluripotentes induzidas (IPS, na sigla em inglês) são células adultas criadas para agir como células embriônicas, ou seja, tem a habilidade de desenvolver em qualquer célula do corpo humano.

As células dos tecidos retirados dos pacientes são induzidas a retornar a sua forma embriônica e, depois, redirecionadas para se tornarem células específicas de cada órgão.

O pesquisador Willy Lensch, da Harvard Medical School, disse que a técnica tem um potencial incrível e poderia ajudar os cientistas a entender os primeiros estágios de doenças genéticas.

Em princípio, essas células poderiam ser usadas para tratar várias doenças, desde diabetes a doença de Parkinson.

Além disso, a fórmula evitaria a controversia hoje existente em relação as células tronco criadas a partir de embriões.

'Tijolo Humano'

Em vez de lidar com os sintomas das doenças, as células seriam usadas para regenerar as partes afetadas do corpo do paciente.

"Nós estamos olhando para o perfeito tijolo humano", disse Chris Mason, da organização britânica UK National Stem Cell Network.
"Éticas, flexíveis e aceitas pelos pacientes, porque vem deles mesmos", dii=sse Mason.

Na Universidade de Nottingham, pesquisadores britânicos estão usando IPSs para analisar problemas cardíacos.
Segundo o pesquisador Chris Denning, além de ajudar a entender como as doenças se desenvolvem, as células tambem podem ser usadas para testar remédios.

Riscos

Mas cientistas admitem que há riscos na nova técnica.

Atualmente, as células precisam ser geneticamente modificadas para serem ativadas.

Mas a prática de inserir genes pode ser perigosa, uma vez que eles podem se transformar em genes causadores de cancer.

Cientistas esperam chegar a um ponto em que a modificação genética não será necessária.

"Obviamente, nós queremos que a técnica seja a mais segura possível", disse Mason.

"Mas, contanto que nós possamos quantificar os riscos e entendê-los, a técnica deveria ser uma opção", afirmou.


Outro problema é que o transplante dessas células ainda não é possível, já que os cientistas não conseguiram criar a quantidade necessária para isso.

Fonte : BBC Saúde

Tuesday, April 8, 2008

Médicos Usam Sanguessugas Em Pacientes

Médicos de três hospitais da região da Caxemira, na Índia, estão utilizando sanguessugas para tratar pacientes com problemas cardíacos e outras condições como artrite, gota, dor de cabeça crônica e sinusite.

O tratamento, em que o animal suga o sangue dos pacientes, é geralmente procurado por pessoas que não foram curadas com a medicina convencional.


O médico Nasir Ahmed Hakeem, diretor dos três hospitais que adotaram a prática, diz ter usado sanguessugas para tratar pelo menos 200 pacientes somente no ano passado.
Hakeem afirma que a saliva das sanguessugas que entra no corpo do paciente no momento da sucção contem mais de 100 substâncias bioativas.


De acordo com o médico, os animais são "uma fábrica de medicamentos que produz diversas enzimas". Depois de ser usado no paciente, o animal é morto para evitar a transmissão das infecções.

Sanguessuga se camuflando


Pacientes


As sanguessugas eram amplamente utilizadas na medicina até o final do século 19.


Na Índia, o tratamento com os animais segue o sistema de medicina Unani, que se originou na Grécia antiga e é reconhecido pelas autoridades de saúde indianas.


Apesar de permitida, a prática não é ensinada nas escolas de medicina Unani e, por essa razão, Hakeem contratou especialistas tradicionais para aplicar as sanguessugas na pele dos pacientes.


Na cidade de Sopore, o paciente Abdul Razk Mir disse que esta esperançoso com relação ao tratamento. Há duas decadas, ele sofre de dor de cabeça crônica.


"A medicina alopática não conseguiu me curar", afirmou. "Espero que a terapia com as sanguessugas me ajude."


Ghulam Hassan, que sofre de problemas ortopÉdicos, jÁ iniciou o tratamento, mas ainda nÃo sentiu os benefícios.


"Tentei a medicina convencional e a fisioterapia, mas nada adiantou", conta. "Agora, estou tentando as sanguessugas, talvez minha dor vá embora, mas ainda é muito cedo para dizer."


Críticas

A adoção do tratamento nos hospitais foi criticada pela comunidade médica convencional.


Mas Hakeem afirma que entre os pacientes que já tratou estão médicos alopáticos que se convenceram com as pesquisas sobre os benefícios do tratamento.


O médico cita o uso de larvas de mosca na medicina convencional para tratar pacientes diabéticos que desenvolvem problemas no pé.


De acordo com um ex-diretor do Instituto de Ciências Medicas da Caxemira, Abdul Waheed Banday, há um interesse renovado sobre a terapia com sanguessugas no Ocidente.


Banday diz que, apesar do tratamento ser barato e acessível aos mais pobres, não espera ver a terapia ser usada em hospitais alopáticos no futuro.


"Novas pesquisas sobre a terapia sanguessuga estão em andamento, mas, por enquanto, ainda não há um caso forte que sustente seu uso", afirmou.

Thursday, April 3, 2008

Quase Metade Da População Brasileira Está Com Excesso De Peso

Nos próximos dias 6 e 7 de Abril serão comemorados em todo o país o Dia Mundial da Atividade Física e o Dia Mundial da Saúde respectivamente.

Quase metade da população brasileira está com excesso de peso, revela a pesquisa feita pelo Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico - em parceria com o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo.


De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 43,4% da população adulta apresenta um índice de massa corporal (IMC) maior ou igual a 25. 



Além disso, apenas 17,7% da população come cinco porções diárias de frutas, verduras ou hortaliças - como recomenda a Organização Mundial de Saúde. Já a carne com gorduras aparentes aparecem constantemente no prato de 32,8% dos brasileiros.

A pesquisa, feita desde 2006, foi realizada nas capitais dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, com adultos a partir de 18 anos. Foram cerca de 54 mil entrevistas por telefones, com, no mínimo, 2 mil por cada lugar.

Tuesday, April 1, 2008

Tai Chi Melhora Diabetes Do Tipo 2


Dois estudos realizados separadamente revelaram que um programa de 12 semanas de exercícios foi suficiente para melhorar o sistema imunológico e diminuir os índices de açúcar no sangue dos participantes.
As pesquisas foram publicadas no British Journal of Sports Medicine.

A tradicional arte marcial chinesa combina respiração profunda e movimentos suaves para produzir relaxamento.

O primeiro estudo, feito em Taiwan, comparou 30 diabéticos com 30 pessoas saudáveis.
Durante 12 semanas, os participantes aprenderam 37 movimentos de Tai Chi sob orientação de um especialista. Eles também receberam um video para que pudessem praticar as posturas em casa.

Os voluntários fizeram tres sessões de uma hora de duração por semana.
Doze semanas depois, testes no grupo com diabetes do tipo 2 revelaram queda nos níveis de açúcar no seu sangue, além de um aumento na presença de células e substâncias químicas necessárias para um sistema imunológico saudável.

Exercícios moderados

É sabido que exercícios físicos extenuantes deprimem o sistema imunológico, mas os novos estudos indicam que exercícios moderados podem ter o efeito oposto.

Pesquisas anteriores já haviam revelado que o Tai Chi melhora as funções cardiovasculares e respiratórias, aumenta a flexibilidade e diminui o estresse.

Os cientistas disseram que se o Tai Chi melhora a forma como o corpo digere o açúcar, pode ter também um impacto benéfico sobre o sistema imunológico, que entra em atividade excessiva quando há altos índices de açúcar no sangue.

Uma outra hipotese é que o exercício simplesmente melhore o sistema imunológico ao aumentar o condicionamento físico, produzindo uma sensação de bem estar.

O segundo estudo, feito na University of Queensland, na Austrália, foi baseado em apenas 11 participantes e obteve resultados parecidos.

Os voluntários - todos com altos índices de açúcar no sangue - fizeram aulas de Tai Chi e também de uma outra arte marcial, o Qi Gong.

As sessões, com duração entre 60 e 90 minutos, foram oferecidas três vezes por semana.
Assim como uma queda nos índices de açúcar, os participantes perderam peso e apresentaram quedas significativas na pressão sanguínea.

Eles disseram também que, durante o período em que participaram do estudo, seu sono havia melhorado, tinham mais energia, sentiam menos dor e pensavam menos em comida.

Uma representante da ONG Diabetes UK, Cathy Moulton, disse que já foi comprovado que exercícios moderados tem impacto benéfico sobre pacientes com diabetes do tipo 2.

"Qualquer atividade que deixe você com calor e um pouco ofegante, mas ainda capaz de manter uma conversa, conta como exercício moderado", ela explicou.


"E o elemento relaxante do Tai Chi talvez ajude ainda a reduzir os níveis de estresse, evitando a liberação da adrenalina que pode produzir uma resistência a insulina e altos índices de glicose no sangue".

Fonte:

BBC Saúde

EurekAlert

Diabetes UK

Wednesday, March 26, 2008

Prece, Fé E Médicos

O autor do livro " Quando Médicos Tornam-se Pacientes " (tradução livre) o psiquiatra Dr. Robert Klitzman fala ao The New York Times sobre suas experiências com pacientes, prece e fé.

1. Religiã
o não é frequentemente falada em medicina, mas ela deve ser? 


"Vou rezar por você", disse um psiquiatra senior ao meu paciente. Seu comentário me surpreendeu. Eu estava em treinamento, e a paciente era uma pequena mulher latina que permanecia desalenta apesar da medicação, psicoterapia ou qualquer outra coisa que eu fizesse. Realmente ele oraria por ela?


Ocasionalmente, como estagiário, eu observava o capelão do hospital , mas na escola médica onde eu e outros treinavam , religião ou espiritualidade nunca são ensinados. A Ciência e considerada lógica, racional e objetiva, enquanto crenças espirituais são irracionais, subjetivas, fugazes e difícil de serem descritas. Não surpreendentemente, pesquisa sugere que os médicos tendem a ser menos religiosos do que os seus pacientes.


Mas por outro lado, há alguns anos atras, transformei-me em um paciente e começei a olhar para estas questões de forma diferente. Minha irmã morreu em 11 de setembro nos ataques ao World Trade Center , deixando-me atordoado e deprimido. Conforme eu ia me recuperando, comecei a querer saber sobre outros médicos que tinham se tornado pacientes. Acabei entrevistando mais de 50 deles. Eu logo aprendi que quando os médicos ficam seriamente doentes , eles igualmente tendem a reconsiderar as suas opiniões espirituais.


Falei com diversos médicos que eram religiosos antes de ficarem doentes, mas evidentemente eles tornaram-se ainda mais religiosos desde que enfrentaram uma grave doença . Outros mudaram mais dramaticamente. "Os pacientes costumavam me pedir para orar por eles, e eu não tinha paciência com isto," um médico idoso me disse. Depois que ele ficou doente, ele "percebeu o quão importante era a prece. "




Muitas vezes, estes médicos expressaram uma mistura de crenças, extraidas da religião organizada com a qual cresceram adicionando elementos da filosofia Oriental ou crenças da Nova Era. 


Dito isto, alguns médicos não mudaram pela doença, mantendo-se céticos e desiludidos com a religião organizada. "Eu vejo que isso ajuda os meus pacientes," , um médico me disse. "Gostaria que eu tivesse mais disto na minha vida ... Mas eu não tenho." Não podia ser uma escolha sempre.


Alguns médicos sentiram que a prece pode alterar diretamente o processo físico de cura através da intervenção de deus. O meu ponto de vista é que a prece e a fé dão força e motivação vitais que podem ajudar os pacientes a lidar e continuar a lutar.


2. Importa se você e o seu médico compartilham as mesmas crenças espirituais?


Eu discutiria que as crenças pessoais do seu médico não importam. O que importa é que o médico reconheça que as suas crenças são importantes para você. O treinamento não pode convencer os médicos a tornarem-se mais espirituais. Mas pode, espero, torná-los mais conscientes da gama de pontos de vista que os seus pacientes tem. Religião é uma enorme área que muitos médicos não sabem muito sobre, contudo, é sobre isto que os nossos pacientes estão pensando . Eu não tinha apreciado a extensão disto, até que eu mesmo tornei-me um paciente.


Pensando outra vez no psiquiatra senior que disse a minha paciente que rezaria por ela, agora eu percebo como ele era astuto. Eu a vi como uma mulher pequena e deprimida. O que ele percebeu é que o catolicismo seria importante para ela. Essa foi a maneira de se conectar com aquela mulher, que até então tinha rejeitado os nossos esforços para ajudá-la. Na época, para mim,isto parecia uma coisa estranha de se dizer. Em retrospectiva, era completamente empático.


Como estagiário, infelizmente, eu habitualmente era ocupado demais para discutir estas questões com os pacientes - não era consciente ainda da sua importância. Mas espero agora que os futuros médicos farão melhor. Isto ajudará os doentes. E os seus médicos, também.


Dr. Klitzman é professor associado da Clínica de Psiquiatria na Columbia University Medical Center.


Fonte : NYTimes

Tuesday, March 25, 2008

Dieta Vegan Protege Pessoas Com Artrite Reumatóide




Uma pesquisa de um instituto sueco sugere que as pessoas que sofrem de artrite reumatóide podem reduzir o risco de doenças cardiovasculares se seguirem uma dieta vegan - além de não comer carne e seus derivados também não usam mel de abelha - e sem glúten . 




Artrite Reumatóide está associada ao aumento de risco de aterosclerose (endurecimento das arterias) e doenças cardiovasculares. As causas são desconhecidas, mas pesquisadores suspeitam que o equilíbrio perturbado das gorduras do sangue, vistos em pacientes com artrite reumatóide, podem ser parte da explicação.


Segundo investigadores do Instituto Karolinska, de Estocolmo, Suécia, o risco pode diminuir por meio de uma dieta sem produtos animais e sem o glúten, que pode ser encontrado no trigo, aveia, centeio e cevada.

O estudo, iniciado pelo professor Ingiald Hafstrom, foi publicado na revista Arthritis Research and Therapy, e afirma que aqueles que seguem esta dieta tem menos mau colesterol.

Dietas

Os pesquisadores do Instituto Karolinska colocaram 38 voluntários que sofriam de artrite reumatóide em uma dieta diária composta por 10% de proteina, 60% de carboidratos e 30% de gordura.

A dieta incluia nozes, sementes de girassol, frutas, vegetais e cereais. O leite de gergelim fornecia a fonte diária de cálcio.

Outros 28 voluntários seguiram uma dieta saudável com aproximadamente as mesmas proporções de proteinas, carboidratos e gordura.

Gorduras saturadas não compreendiam mais do que 10% do consumo diário de energia e produtos integrais foram usados o máximo possível.

Os voluntários na primeira dieta, a vegan, mostraram uma diminuição no nível total de colesterol e, especificamente, uma redução na quantidade de lipoproteina de baixa densidade (LDL), conhecido como o mau colesterol.

Os que estavam na dieta comum não mostraram variações significativas nos níveis de colesterol.

Segundo os pesquisadores, existe uma "grande quantidade de provas" que sugerem que estas mudanças foram benéficas para evitar o bloqueio das artérias e as doenças cardiovasculares.

Depois de 12 meses, os voluntários que seguiram a dieta vegan também apresentaram redução do Índice de Massa Corporal. O grupo de controle permaneceu com o mesmo índice.

"Nossos resultados sugerem um novo mecanismo pelo qual o nível de anticorpos protetores naturais pode ser aumentado. Eles também mostram que a dieta pode ter efeitos sobre o sistema imunológico com implicações na incidência da doença ", disse o professor Johan Frostegård, quem liderou o estudo.




Fonte : BBC Saúde 
           EurekAlert