Video: Bem simples porém interessante.
Fonte: Nucleus Medical Art
Monday, September 7, 2009
Monday, August 31, 2009
Video Antifumo
Video: O enfisema pulmonar e uma doença crônica na qual os tecidos dos pulmões são gradualmente destruídos, tornando-se hiperinsuflados (muito distendidos).
Esta destruição ocorre nos alvéolos, onde acontece a troca gasosa do oxigênio pelo dióxido de carbono. Com o resultado, a pessoa passa a sentir falta de ar para realizar tarefas ou exercitar-se.
Este video mostra como o tabagismo faz com que os alveolares normais tornem-se ampliados e afinados ao longo do tempo devido ao enfisema.
O fumante não respira de forma eficaz porque os alvéolos não podem contrair-se e o ar e retido nos pulmões.
Fonte: Nucleus Medical Illustrations
Esta destruição ocorre nos alvéolos, onde acontece a troca gasosa do oxigênio pelo dióxido de carbono. Com o resultado, a pessoa passa a sentir falta de ar para realizar tarefas ou exercitar-se.
Este video mostra como o tabagismo faz com que os alveolares normais tornem-se ampliados e afinados ao longo do tempo devido ao enfisema.
O fumante não respira de forma eficaz porque os alvéolos não podem contrair-se e o ar e retido nos pulmões.
Fonte: Nucleus Medical Illustrations
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Sunday, August 23, 2009
Diferença Anatômica No Cérebro Explica Alucinações Auditivas Esquizofrênicas
Uma diferença anatômica no cérebro, suscetível de surgir durante o terceiro trimestre da gravidez, explicaria por que certos pacientes esquizofrênicos ouvem vozes em sua cabeça e outras vozes provenientes do exterior, de acordo com um estudo divulgado.
A esquizofrenia afeta 1% da população mundial, segundo a Organizção Mundial da Saúde (OMS). As alucinações auditivas verbais, ou seja, a percepção de vozes, e um dos sintomas frequentes, ja que 70% dos pacientes esquizofrenicos padecem disso, segundo um trabalho conjunto de um laboratório da Comissão de Energia Atômica francesa e a Assistência Pública dos Hospitais de Paris.
Existem dois tipos de alucinações auditivas na esquizofrenia: o tipo em que os pacientes ouvem vozes em sua cabeça e o tipo em que essas vozes são exteriores.
Os cientistas descobriram uma anomalia que diz respeito a união entre os dois sulcos do córtex: o sulco temporal superior e o sulco angular. Em comparação com indivíduos saudáveis, a união está deslocada para frente do cérebro dos pacientes que ouvem vozes externas e, ao contrário, na parte de trás do cérebro para os que ouvem vozes internas a sua cabeça, segundo o estudo, publicado pela revista "Schizophrenia Bulletin".
Esta diferença pode, segundo os autores do estudo, indicar a existência de "desvios na çãmaturacao do cérebro" durante o terceiro trimestre da gravidez, quando estes dois sulcos aparecem e depois se conectam.
"Se um fenômeno tão subjetivo e íntimo como a localização das vozes se traduz por uma diferença na anatomia do cérebro e um argumento adicional para deixar de estigmatizar os pacientes afetados por esta doença que ainda é pouco conhecida".
A esquizofrenia afeta 1% da população mundial, segundo a Organizção Mundial da Saúde (OMS). As alucinações auditivas verbais, ou seja, a percepção de vozes, e um dos sintomas frequentes, ja que 70% dos pacientes esquizofrenicos padecem disso, segundo um trabalho conjunto de um laboratório da Comissão de Energia Atômica francesa e a Assistência Pública dos Hospitais de Paris.
Depois de demonstrar, há um ano, este fenômeno vinculado as anomalias anatômicas no conjunto das regiões do cérebro envolvidas na linguagem, uma equipe de pesquisadores do laboratório CEA-Inserm e de psiquiatras hospitalares quis compreender por que a percepção de vozes difere de um caso para outro, explicou Arnaud Cachia, do Serviço Hospitalar Frederic Joliot, associado ao CEA-Inserm, em Orsay.
Existem dois tipos de alucinações auditivas na esquizofrenia: o tipo em que os pacientes ouvem vozes em sua cabeça e o tipo em que essas vozes são exteriores.

Na comparação feita graças a imagens de ressonância magnética (IRM), a anatomia do cérebro das pessoas que não sofrem dessa doença e as dos dois grupos de pacientes esquizofrênicos (12 que ouvem apenas vozes externas e 15 que as ouvem as internas), os pesquisadores evidenciaram uma diferença na região envolvida na localização espacial do som (cortex temporoparietal do hemisfério direito do cérebro).
Os cientistas descobriram uma anomalia que diz respeito a união entre os dois sulcos do córtex: o sulco temporal superior e o sulco angular. Em comparação com indivíduos saudáveis, a união está deslocada para frente do cérebro dos pacientes que ouvem vozes externas e, ao contrário, na parte de trás do cérebro para os que ouvem vozes internas a sua cabeça, segundo o estudo, publicado pela revista "Schizophrenia Bulletin".
Esta diferença pode, segundo os autores do estudo, indicar a existência de "desvios na çãmaturacao do cérebro" durante o terceiro trimestre da gravidez, quando estes dois sulcos aparecem e depois se conectam.
"Se um fenômeno tão subjetivo e íntimo como a localização das vozes se traduz por uma diferença na anatomia do cérebro e um argumento adicional para deixar de estigmatizar os pacientes afetados por esta doença que ainda é pouco conhecida".
Fonte : France Presse via Ciência e Saúde Folha Online
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Monday, August 17, 2009
Bebê Usa Mesma Área Cerebral Para Realizar Ação E Aprendê-la
O olhar de espanto nos olhos de uma criança enquanto assiste a uma cena corriqueira sugere que muita atividade cerebral ocorre enquanto eles observam. Novas pesquisas confirmam que isso e mais intenso do que se imaginava. Em recentes pesquisas, cientistas mostraram que quando bebês de nove meses de idade assistem a uma pessoa pegando um objeto, a região responsável pela capacidade motora do seu cérebro fica ativada como se os bebês estivessem, eles mesmos, pegando o objeto.
Esta característica da atividade cerebral na primeira infância se da provavelmente devido a capacidade dos chamados 'neurônios espelho' que entram em funcionamento tanto quando se realiza uma ação quanto quando se observa outros realizarem uma ação semelhante. A presença de tais neurônios, porém, só foi identificada diretamente em macacos até hoje.
Até o primeiro ano de vida, os bebês utilizam a área do seu cérebro que está envolvida em suas próprias habilidades motoras para ajudá-los a perceber as ações de outras pessoas - disse Victoria Southgate, pesquisadora do Centro para o Desenvolvimento Cerebral e Cognitivo da Universidade de Londres, em entrevista ao site Livescience.
Southgate e seus colegas acompanharam a atividade cerebral de 15 crianças de nove meses de idade a fim de registrar essa atividade enquanto os pequenos estavam realizando ou assistindo a realização de uma atividade. Esse acompanhamento foi realizado por meio de eletrodos colocados nas cabeças das crianças e conectados em maquinas de eletroencefalograma.

Na primeira experiência, os bebês foram sentados em frente a um palco de bonecos com âas cortinas fechadas. Logo, uma garra mecanica aproximou um brinquedo da criança através da cortina. Depois que o bebê brincava um pouco com o objeto, um dos pesquisadores pegava o brinquedo de volta.
Na segunda experiência, as cortinas se abriam e revelavam um pequeno objeto no chão do palco. Apos menos de um segundo, a mão de um dos pesquisadores agarrava o objeto e o removia da cena através da cortina.
Os eletroencefalogramas mostraram que a atividade no ceérebro do bebê quando o cientista agarrava o objeto era semelhante a atividade encontrada enquanto o bebê realizava o movimento em direção ao brinquedo. Alem disso, nos ensaios posteriores - depois que os bebês já haviam observado o pesquisador pegar o brinquedo uma vez - a mesma atividade cerebral podia ser observada mesmo antes que o cientista realizasse a ação pela segunda vez.
O fato de que a atividade cerebral em bebês e 'preditiva' - que ocorre quando o bebê pode prever que alguem vai pegar um objeto - sugere que os bebes (e provavelmente tambem os adultos), utilizam seu próprio sistema motor a fim de descobrir como as ações de alguém irão desdobrar-se. Pelo acesso a informação de como você, por exemplo, alcancaria o objetivo de pegar um objeto, você pode fazer uma boa previsão sobre como alguém poderia fazer isso também - disse Southgate ao LiveScience.
Essa informação pode ajudá-lo a responder a ação da outra pessoa, digamos, para interceptar os seus movimentos e pegar o objeto para você, acrescentou Southgate. E a atividade cerebral pode ser um dos primeiros passos de um bebê no mundo social.
Para os bebês, este tipo de atividade cerebral pode formar a base da sua capacidade de começar a participar em atividades de colaboração com os outros, o que e provavelmente uma parte importante no seu processo de aculturação - disse Southgate.
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Monday, August 10, 2009
Sunday, August 2, 2009
Contração Muscular
Videos produzidos pela UFRJ mostrando o processo de contração muscular.
1 Video:
2. Video:
3.Video:
4.Video:
Fonte: DeMeisBio YouTube Channel
Wednesday, July 29, 2009
Monday, July 27, 2009
O Corpo Humano Brilha
O corpo humano literalmente brilha, emitindo uma luz em quantidades e níveis muito pequenos que aumentam e diminuem no decorrer do dia, afirmam cientistas da Universidade de Kyoto, no Japão em artigo publicado esta semana na revista científica Plos One.
Pesquisas já haviam demonstrado que o organismo emite luz visível, mil vezes menos intensa do que podemos perceber a olho nu. Na realidade, praticamente todos os seres vivos emitem uma luz muito fraca, o que se acredita ser um subproduto de reações bioquímicas envolvendo os radicais livres. Esta luz visível difere da radiação infravermelha - uma forma de luz invisível - que vem o calor do corpo.
Para saber mais sobre essa fraca emissão de luz visível, os cientistas japoneses trabalharam com cameras extraordinariamente sensíveis, capazes de detectar um único foton. Cinco voluntários sadios do sexo masculino foram colocados em frente das câmeras em quartos em completa escuridao com seus peitos nus. A exposição foi realizada de três em três horas durante 20 minutos - das 10 as 22 horas - por três dias.
Os cientistas descobriram que a luz emitida pelos corpos aumentou e diminuiu ao longo do dia, com a intensidade mais fraca as 10 horas e mais alta as 16 horas, caindo progressivamente depois desse horário. Estas descobertas sugerem que as emissões de luz estao ligadas ao nosso relogio biológico, provavelmente devido a forma como os nossos ritmos metabólicos flutuam ao longo do dia.
Outro fato descoberto no estudo e que o nosso rosto brilha mais do que o resto do corpo. Segundo os pesquisadores, isto pode acontecer porque o rosto normalmente e mais bronzeado que o restante do corpo - pois e mais exposto a luz solar. A melanina, pigmento da pele, tem componentes fluorescentes que poderiam reforçar essa produção de luz.

O pesquisador Hitoshi Okamura, biólogo da Universidade de Kyoto, afirma que uma vez que a produção desta fraca luz esta ligada ao metabolismo do organismo, este estudo indica que câmeras que detectam essas emissoes poderiam ajudar a detectar condições médicas.
Se você puder ver essa trêmula luminosidade da superfície do corpo, você poderá ver toda a condição corporal - disse o pesquisador Masaki Kobayashi, biomédico do Instituto de Tecnologia em Sendai, no Japão, que também participou do estudo.
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